O Atelier Carvalho Araújo foi fundado a 26 de Novembro de 1996, em Braga e dedica-se à prestação de serviços de Arquitectura e Design, sobretudo na área de desenvolvimento de projectos.
O seu início foi mais orientado para a área do Design Industrial mas foi conquistando de forma progressiva o seu lugar no mercado arquitectura.
É um atelier de “projectos”, empenhado na procura e reflexão de outras formas de abordagem. Privilegia o desenho, com a consciência que um projecto vai muito além disso.
A componente de crítica e análise reflecte-se nas abordagens. As respostas aos exercícios não se ficam pelas soluções imediatas, procuram acima de tudo questionar o pedido e antecipar cenários numa perspectiva estratégica, tanto de mercados como na forma de usos e escalas. O sucesso / qualidade está na procura de identidades. Os programas são o que são. Orientativos, pontos de partida.
Entendemos que é difícil o entendimento da importância e das implicações que um projecto tem e do seu poder diferenciador. Por isso a importância do papel do “criativo” na interpretação, visão e entendimento das propostas como planos estratégicos e nunca como áreas definitivas
Um projecto deve ser sugestivo antes de definitivo. A Arquitectura é gestão e organização, no imediato, de espaço, mas de grande responsabilidade para outros desenvolvimentos, quer de “identidades” (lugares, pessoas,…), quer de “equilíbrios” (território, ambientes,…) Vivemos num Mundo em grandes transformações, de grande dinâmica. Não devemos condicionar, devemos potenciar. É fundamental uma visão mais transversal dos problemas.
O nosso objectivo não é simplesmente responder à encomenda do projecto, mas torna-lo viável num contexto de investimento e oportunidade. Um cliente não é um parceiro ocasional, mas alguém que deve ser entendido em toda a extensão da sua relação com o atelier. O desenho, para nós, não é um motivo para exibicionismo, mas um acto racional. Não se trata de uma linguagem, um projecto não se pode limitar à aplicação de uma fórmula. Por outras palavras, não queremos que a linguagem se torne um espartilho, mas em algo natural e evolutivo.
Numa perspectiva de melhoria contínua e de fortalecimento da posição no mercado actual e em novos mercados, o atelier está actualmente em fase de implementação do programa ON.2 - “O Novo Norte”, enquadrado pelo QREN, pela CCDRN, pelo AICEP e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional da União Europeia. Paralelamente encontra-se na fase final de certificação em Qualidade e Ambiente.
O seu início foi mais orientado para a área do Design Industrial mas foi conquistando de forma progressiva o seu lugar no mercado arquitectura.
É um atelier de “projectos”, empenhado na procura e reflexão de outras formas de abordagem. Privilegia o desenho, com a consciência que um projecto vai muito além disso.
A componente de crítica e análise reflecte-se nas abordagens. As respostas aos exercícios não se ficam pelas soluções imediatas, procuram acima de tudo questionar o pedido e antecipar cenários numa perspectiva estratégica, tanto de mercados como na forma de usos e escalas. O sucesso / qualidade está na procura de identidades. Os programas são o que são. Orientativos, pontos de partida.
Entendemos que é difícil o entendimento da importância e das implicações que um projecto tem e do seu poder diferenciador. Por isso a importância do papel do “criativo” na interpretação, visão e entendimento das propostas como planos estratégicos e nunca como áreas definitivas
Um projecto deve ser sugestivo antes de definitivo. A Arquitectura é gestão e organização, no imediato, de espaço, mas de grande responsabilidade para outros desenvolvimentos, quer de “identidades” (lugares, pessoas,…), quer de “equilíbrios” (território, ambientes,…) Vivemos num Mundo em grandes transformações, de grande dinâmica. Não devemos condicionar, devemos potenciar. É fundamental uma visão mais transversal dos problemas.
O nosso objectivo não é simplesmente responder à encomenda do projecto, mas torna-lo viável num contexto de investimento e oportunidade. Um cliente não é um parceiro ocasional, mas alguém que deve ser entendido em toda a extensão da sua relação com o atelier. O desenho, para nós, não é um motivo para exibicionismo, mas um acto racional. Não se trata de uma linguagem, um projecto não se pode limitar à aplicação de uma fórmula. Por outras palavras, não queremos que a linguagem se torne um espartilho, mas em algo natural e evolutivo.
Numa perspectiva de melhoria contínua e de fortalecimento da posição no mercado actual e em novos mercados, o atelier está actualmente em fase de implementação do programa ON.2 - “O Novo Norte”, enquadrado pelo QREN, pela CCDRN, pelo AICEP e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional da União Europeia. Paralelamente encontra-se na fase final de certificação em Qualidade e Ambiente.