Olimpia Vitacon

São Paulo | Brasil

Interagindo com o “espaço céu”.

A torre isolada estabelece uma relação urbana com a sua envolvente através da base, mas entra numa dança de composição no seu corpo principal com a linha de céu, ou o espaço céu.

A mutação constante deste enquadramento sugere diferentes pressões e limites, como se trabalhássemos de facto limitados a um espaço físico.

Cada composição não deixa de ser uma fotografia específica de um determinado momento de escolha, numa possibilidade diversa de formas. Por isso escolhemos o momento ideal para essa dança de formas. Por isso a torre não é apenas um bloco compacto que irrompe de forma indiferenciada o céu. Ela adapta-se, torna-se mais esbelta, mais natural.

Por isso se separa em duas torres interligadas, que se prolongam a diferentes alturas.