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EQUIPAMENTO

ESTADO

Concluído

CLIENTE

Mário Sequeira

EQUIPA

Carvalho Araújo

Joel Moniz

Alexandre Branco

Ana Vilar

Carlos Vinagre

David Cancela

Gilberto Oliveira

José João Santos

Leandro Silva

Lídia Costa

Nuno Capa

Pedro America

Pedro Mendes

Raul Carvalhais

Sandra Ferreira

Galeria Mário Sequeira
Braga, Portugal

EQUIPAMENTO

Estado

Concluído

Client

Mário Sequeira

DESIGN TEAM

Carvalho Araújo

Joel Moniz

Alexandre Branco

Ana Vilar

Carlos Vinagre

David Cancela

Gilberto Oliveira

José João Santos

Leandro Silva

Lídia Costa

Nuno Capa

Pedro America

Pedro Mendes

Raul Carvalhais

Sandra Ferreira

Pode-se, sinteticamente, resumir o projeto a um gesto. O respeito pelo sítio, não tanto como paisagem, mas pelos hábitos e mentalidades inerentes ao “sentir” do lugar, tornam-se evidentes aquando da inserção do edifício numa zona onde se cultivam os princípios de identidade do meio circundante e um forte sentido de preservação do mesmo. O projeto de uma galeria de arte, com as particularidades e necessidades projetuais inerentes enquanto espaço com utilizações e funções específicas, permitem-lhe “viver” num subterrâneo onde consegue desempenhar todos os requisitos que lhe estavam propostos. O silêncio visual mantido à superfície aumenta a expectativa do observador perante a dualidade da escala com que se depara: o nada à superfície e o muito no interior. A gradação crescente da escala do espaço imposta ao observador, à medida que este se introduz no edifício, provoca-o e alimenta os contrastes existentes de luz, cor, escala... Para complementar a elementaridade e simplicidade do programa: uma sala, zonas de acessos e espaços de circulação que, para além de enriquecerem o conjunto, aumentam o carácter “público” do edifício. O espaço interior, aparentemente fechado, abre-se para o exterior no lado nascente. O “desdobramento” daquilo que inicialmente se poderiam considerar condicionantes, entretanto aproveitadas como referências-chave, contribuem para a formação de uma ideia simples: uma arquitetura que se procura libertar de tipologias e referências formais pré-definidas. A consciência do lugar, que serviu como principal orientação do projecto, remete para uma conceção que privilegia a ruralidade do sítio; uma adequação ao espaço físico com o qual não interfere, discreto e “silencioso”, tal como o edifício.

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CARVALHO ARAÚJO